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Cursos online GRÁTIS de Stanford e MIT

Materials online e gratuitos das maiores universidades do mundo: Stanford e MIT. Tenha acesso ao conteúdo de ponta dessas faculdades.

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As universidades MIT (Massachusetts Institute of Technology) e Stanford são consideradas duas das melhores instituições de ensino superior do mundo. Hoje vou recomendar cursos online grátis das maiores universidades do mundo.

Ambas possuem excelentes programas de pesquisa e ensino, e certamente são conhecidas por atrair os melhores professores e alunos do mundo.

O MIT é especialmente conhecido por suas fortes áreas de ciência da computação, engenharia e matemática, enquanto a Stanford é conhecida por seus programas de ciência da computação, empreendedorismo e administração de empresas.

Ambas as universidades também possuem programas de primeira linha em outras áreas, incluindo ciências, física, química, biologia, economia e muito mais.

Além disso, as universidades MIT e Stanford também são reconhecidas por seus programas de pesquisa de alto nível.

Muitos dos avanços científicos e tecnológicos mais importantes do século passado foram realizados por pesquisadores dessas instituições, e não surpreendentemente elas continuam sendo centros de inovação e liderança em muitas áreas.

Em resumo, as universidades MIT e Stanford são duas das melhores instituições de ensino superior do mundo, com programas de ensino e pesquisa de alta qualidade e reputação internacional.

Cursos online gratuitos de Stanford

Cursos online GRÁTIS de Stanford

O Stanford Online oferece cursos online gratuitos em diversas áreas do conhecimento, incluindo ciência da computação, engenharia, matemática, ciências, entre outras. Por exemplo, veja alguns cursos gratuitos que você pode encontrar na plataforma do Stanford Online:

  • Ciência da Computação:
    • Introduction to Computer Science
    • Machine Learning
    • Natural Language Processing
    • Computer and Network Security
  • Engenharia:
    • Introduction to Robotics
    • Introduction to Electrical Engineering
    • Introduction to Materials Science and Engineering
    • Introduction to Fluid Mechanics
  • Matemática:
    • Multivariable Calculus
    • Linear Algebra
    • Ordinary Differential Equations
  • Ciências:
    • Introduction to Genetics and Evolution
    • Introduction to Environmental Science
    • Introduction to the Solar System

Para encontrar os cursos gratuitos do Stanford Online, você pode acessar o site deles aqui.

Cursos online GRÁTIS de MIT

O MIT (Massachusetts Institute of Technology) oferece uma ampla variedade de cursos online gratuitos, que são disponibilizados através de sua plataforma de aprendizado online, o MIT OpenCourseWare.

Só para exemplificar, veja alguns cursos gratuitos que você pode encontrar na plataforma do MIT OpenCourseWare:

  • Ciência da Computação:
    • Introduction to Computer Science and Programming
    • Introduction to the Internet
    • Design and Analysis of Algorithms
    • Introduction to Artificial Intelligence
  • Engenharia:
    • Introduction to Electrical Engineering and Computer Science
    • Introduction to Solid State Chemistry
    • Introduction to Aeronautics and Astronautics
    • Introduction to Environmental Science and Engineering
    • Introduction to Materials Science and Engineering
  • Matemática:
    • Calculus
    • Differential Equations
    • Linear Algebra
    • Multivariable Calculus
  • Química:
    • Introdução à Química
    • Química Orgânica
    • Química Analítica
    • Química Inorgânica

Este é apenas um pequeno exemplo dos cursos online grátis disponíveis na plataforma do MIT OpenCourseWare. Certamente há muitos outros cursos em diversas áreas do conhecimento, incluindo ciências, engenharia, matemática, física, economia, história, entre outros.

Para encontrar os cursos gratuitos do MIT OpenCourseWare, você pode acessar o site deles aqui.

Cursos online são importantes para a carreira?

Eles podem ser uma ótima maneira de adquirir novas habilidades e além disso conhecimentos que podem ajudar a impulsionar sua carreira – especialmente os cursos online grátis.

Os cursos online são flexíveis, permitindo que você aprenda em seu próprio ritmo, e sobretudo são mais acessíveis do que os cursos presenciais.

Além disso, muitos cursos online oferecem certificados que podem ser incluídos em seu currículo e usados ​​como prova de suas habilidades para potenciais empregadores.

No entanto, é importante lembrar que, como qualquer outra forma de aprendizado, os cursos online exigem dedicação e esforço para obter o máximo deles.

Posso colocar cursos online no meu currículo?

Sim, você pode incluir cursos online em seu currículo, especialmente se eles são relevantes para a posição para a qual você está se candidatando.

Isso pode ajudar a destacar suas habilidades e conhecimentos e mostrar aos empregadores que você está comprometido com o aprendizado e a atualização de suas habilidades.

Além disso, muitos cursos online oferecem certificados de conclusão que podem ser incluídos em seu currículo como prova de suas habilidades.

No entanto, é importante lembrar de ser seletivo sobre quais cursos incluir em seu currículo e garantir que eles sejam relevantes para a posição para a qual você está se candidatando.

Dinheiro não é tudo

Em pleno século XXI, eu, um desenvolvedor latino-americano, venho com esse papo mole de que dinheiro não é tudo.

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Em pleno século XXI, eu, um desenvolvedor latino-americano, venho com esse papo mole de que dinheiro não é tudo. Sei que a proposta do post não é nova, mas sei também que tem muita gente que vai concordar comigo que dinheiro não é tudo.

Nós como meros desenvolvedores que somos por vezes somos a menor parte do processo de desenvolvimento de um software ( que paradoxo não ?).

Constantemente trabalhamos sobre pressão, com prazos apertados, especificações falhas e com legados de softwares que sofremos pra manter.

Mas se é tão ruim assim, por que continuamos?

men s blue leather jacket and brown backpack
Photo by Oziel Gómez on Pexels.com

Simples: porque amamos desenvolver software.

Achamos mágico construir soluções que acelerem o processo de comunicação entre os seres humanos, sejam eles quem forem. Gostamos de bits, patterns, miracle driven developments, aprender coisas novas pra agilizar os processos e por ai vai.

Por isso nos envolvemos muito com o nosso trabalho. Saímos da empresa onde trabalhamos e vamos pra casa fazer o que?

Programar ou estudar programação ainda mais – e isso normalmente invade nossos finais de semana. Por essa razão não é difícil imaginar que nos envolvemos muito com o que fazemos, já que fazemos por que somos apaixonados por isso.

E o que acontece quando percebemos que no ambiente onde trabalhamos existem processos ruins, que podiam ser otimizados mas que por “força maior” não os são? Perdemos nosso humor.

Parece que a “inspiração” para programar acabou, perdemos o ânimo para digitar um ponto-e-vígula sequer. Programador que ama o que faz não consegue digerir muito bem essa coisa de “isso é problema da empresa, às 18h vou pra casa tranquilo”.

Nossa relação com o Dinheiro

black steel pet cage with one dollar
Photo by Reynaldo #brigworkz Brigantty on Pexels.com

E é ai que entra o titulo do post “Dinheiro não é tudo”. Ok, gostamos de dinheiro por que precisamos e por que nos trás conforto, mas dinheiro não compra entusiasmo – muito menos patrimônio intelectual.

Por exemplo, sempre tem aquele papo de que todo programador deve virar gerente de projetos. Por quê?

Simples, porque gerente ganha mais. Mas, e se eu não gostar de ficar “o dia todo de frente pro Project?” (hei isso foi uma piada, por favor ria)

E se eu achar graça em outra coisa? E se o que me deixa feliz é digitar um bando de palavras em inglês e apertar o F5 ? (preciso dizer que foi outra piada?). Quem disse que eu estou programando só por dinheiro?

Por isso saiba discernir se você esta construindo o seu futuro simplesmente pelo que vai ganhar ou pelo o que vai viver. Não deixe seu prazer em desenvolver softwares da maneira correta enferrujar junto com os processos da sua empresa.

Dinheiro é bom, mas quando a gente morre fica tudo pra pessoas que não vão saber quantas linhas de código você teve que escrever para consegui-lo.

Não substitua talento por desculpas.

Dinheiro e a satisfação profissional

man wearing gray blazer
Photo by Andrea Piacquadio on Pexels.com

Existem várias pesquisas que investigam a relação entre dinheiro e satisfação profissional. Algumas pesquisas sugerem que o dinheiro pode ser um fator importante na satisfação profissional, especialmente quando as necessidades básicas de uma pessoa estão sendo atendidas.

No entanto, outras pesquisas sugerem que o dinheiro não é um fator tão importante na satisfação profissional e que outros fatores, como o significado do trabalho, o ambiente de trabalho e os colegas de trabalho, desempenham um papel mais importante.

Em geral, parece que a relação entre dinheiro e satisfação profissional é complexa e pode variar de acordo com as circunstâncias individuais.

Agile

Estimativa com bola de cristal

Chegou a hora de começar o projeto e o gerente pede uma estimativa em horas. Como calcular algo tão intangível como a criação de software?

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Chegou a hora de começar o projeto e o gerente pede uma estimativa em horas. E como bons funcionários que somos, analisamos os requisitos, geramos as especificações, quebramos em partes tangíveis e calculamos cientificamente o prazo de cada item do nosso WBS (ou qualquer outro nome que você dê a isso) para então conseguir o tempo ideal.

Óbvio que depois disso você acorda, toma um banho frio e vai pro trabalho. Você provavelmente vai iniciar um projeto ainda participando da manutenção de outros sistemas paralelos, o gerente solicita um “cornograma” pra ontem.

Aliás, não temos todos os requisitos e geramos especificações que sabemos que não são reais, através de um WBS com estimativa de horas completamente furadas.

O problema com a estimativa

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Photo by Andrea Piacquadio on Pexels.com

Mas o projeto tem que andar, alguém tem que dar o primeiro chute na bola correto? Errado.

O problema é que na maioria das vezes esse chute é contra o seu time. Gerar estimativa em horas é sempre uma tarefa difícil, que funciona muitos mais como aquela brincadeira da “batata-quente” do que com uma métrica técnica.

Todos que participam da brincadeira sabem que é tudo um jogo de faz de contas, mas temos que arranjar alguém pra passar a bomba adiante.

Principalmente em modelos waterfall, onde já vi casos do time ter até mesmo dois cronogramas: um para os clientes/supervisores (que provavelmente viaja na maionese) e outro para o time de desenvolvimento (com os diagnósticos menos utópicos). Magicamente, os dois cronogramas acabam batendo no prazo final.

Eu entendo o desespero dos gerentes de projeto, que precisam ter algum recurso tangível para medir o progresso do grupo, mas questiono seriamente a forma maquiavélica como isso é feito.

O livro The Pragmatic Programmer traz uma sessão falando sobre esse problema que é tão velho quanto o desenvolvimento de sistemas:

How Accurate is Accurate Enougth ?

To some extent, all answers are estimates. It’s just that some are more accurate than others. So the first question you have to ask yourself when someone asks you for an estimate is the context in which your answer will be taken. Do they need high accuracy, or are they looking for a ballpack figure?

– If your grandmother asks when you will arrive, she’s probably wondering whether you lunch do dinner. On the other hand, a diver trapper underwater and running out of air probably internested in an answer down to the second.

– What’s the value of π ? If you’re wondering how much edging to buy to put around a circular flower bed, then “3” is probably good enought. If you’re in school, then may be “22/7” is a good approximation. If you’re in NASA, then maybe 12 decimal places will do.

One of the interesting things about estimating is that the units you use make a diference in the interpretation of the result. If you say that something will take about 130 working days, then people will be expecting it to come in pretty close. However, if you say “Oh, about six months” then they know to look for it any time between five and seven months from now. Both numbers represent the same duration, but “130 days” probably implies a higher degree of accuracy than you feel.

Fonte: The Pragmatic Programmer

Conclusão

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Trabalhar com estimativas em horas é muito mais empírico do que matemático.

Por isso acredito que os processos ágeis trazem soluções mais proveitosas para todas as partes envolvidas no processo de desenvolvimento: do cliente, que recebe prazos mais reais e o ROI mais cedo, ainda que tenhamos que pensar nos moldes de iterações, o desenvolvedores que vão trabalhar mais focadamente (tendo como tarefa principal fazer só o seu trabalho) e o gerente, que vendo ambas as partes felizes, vão poder dormir mais tranqüilos.

Por fim, deixo a sugestão de leitura do incrível artigo Agile Requirements Change Management